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Manhã Super Difusora

Daniel Vieira, fundador da EVO Marcas e Patentes, explica por que registrar uma marca é essencial para empresas e profissionais

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O fundador da EVO Marcas e Patentes, Daniel Vieira, participou nesta quinta-feira, 22 de janeiro, do Manhã Super Difusora, para explicar a importância do registro de marcas e alertar empresários e empreendedores sobre os riscos de atuar no mercado sem a proteção legal do nome e da identidade visual do negócio.

Durante a entrevista à Tuti, Daniel destacou que o registro de marca deixou de ser uma preocupação exclusiva de grandes empresas e passou a ser uma necessidade também para pequenos negócios, profissionais autônomos e marcas pessoais. Segundo ele, o crescimento da internet e das redes sociais aumentou significativamente a exposição das marcas, o que também elevou os riscos de cópia e uso indevido.

“Hoje a sua marca está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, na internet. Antes, isso não acontecia. Com a internet, qualquer pessoa pode ver, se inspirar e até tentar registrar uma marca que ainda não está protegida”, explicou.

Daniel contou que a EVO Marcas e Patentes atua há quase dois anos em Itapetininga, mas possui mais de 12 anos de experiência no mercado, com atendimento a empresas de todo o Brasil. Ele afirmou que a procura por registro de marcas cresceu consideravelmente nos últimos anos, impulsionada principalmente pela digitalização dos negócios.

Durante a conversa, o especialista fez uma comparação direta entre o registro de marca e a documentação de um bem. “O registro é a escritura da sua marca. Se você não tem o registro, legalmente você não é dono. É a mesma lógica de um imóvel ou de um veículo”, afirmou.

Daniel também alertou para situações comuns em que empresários investem em identidade visual, fachada, embalagens e divulgação, mas acabam perdendo tudo por não terem registrado a marca. “O prejuízo vai além do dinheiro investido. Envolve tempo, energia e credibilidade construída ao longo dos anos”, ressaltou.

Outro ponto abordado foi o funcionamento do sistema de registro no Brasil, que divide as atividades econômicas em 45 classes. De acordo com Daniel, marcas iguais podem coexistir em segmentos diferentes, com exceção das chamadas marcas de alto renome, como Coca-Cola, Natura, Itaú e Rede Globo. “Essas marcas têm proteção em todos os segmentos e ninguém pode utilizá-las, independentemente da área de atuação”, explicou.

Durante a entrevista, Daniel também falou sobre marcas pessoais, um segmento que tem crescido de forma acelerada. “Hoje, marcas pessoais vendem muito. Influenciadores, comunicadores e profissionais que colocam a própria imagem no negócio têm buscado cada vez mais esse tipo de registro”, afirmou, citando exemplos de nomes públicos que possuem marcas registradas.

Ao final, o fundador da EVO destacou que o registro de marca funciona como uma forma de prevenção. “É como um seguro. A diferença é que o registro tem validade de dez anos. É um investimento em segurança jurídica e tranquilidade para quem acredita no próprio negócio”, concluiu.