Unimed Sul Paulista reforça valorização da vida e cuidados com a saúde mental no Setembro Amarelo
Campanha da Unimed Sul Paulista reúne palestras e roda de conversa com colaboradores e reforça a importância do acolhimento, da empatia e da atenção aos sinais de quem precisa de ajuda

A valorização da vida e os cuidados com a saúde mental foram tema da entrevista com Aline Diniz, técnica em Segurança do Trabalho da Unimed Sul Paulista, no Manhã Super Difusora desta quarta-feira, 9 de setembro. Durante a conversa, ela falou sobre as ações da instituição para o Setembro Amarelo e reforçou que o cuidado precisa fazer parte da rotina durante todo o ano.
Segundo Aline, a Unimed Sul Paulista está dando início a uma campanha de conscientização sobre a valorização da vida. Ao longo do mês, serão realizados diferentes momentos voltados aos colaboradores, incluindo palestra e roda de conversa com a psicóloga Keila.
As atividades para os colaboradores do hospital estão previstas para os dias 10 e 11 de setembro, das 14h às 15h. A programação também terá uma ação para chamar atenção para o Setembro Amarelo: nesses dois dias, os colaboradores poderão usar acessórios amarelos e camiseta amarela.
Durante a entrevista, Aline destacou que falar sobre saúde mental também significa criar espaços de acolhimento. Ela explicou que, quando uma pessoa procura ajuda, é importante que encontre alguém disposto a ouvir e acolher, sem julgamentos.
A técnica em Segurança do Trabalho também falou sobre a importância de estar atento aos sinais apresentados pelas pessoas no dia a dia. Para ela, a empatia começa em atitudes simples, como receber, ouvir, orientar e ajudar alguém que esteja passando por uma situação difícil.
Esse cuidado, segundo Aline, não se limita aos pacientes ou clientes. A Unimed Sul Paulista também mantém uma estrutura de apoio aos próprios colaboradores, com o RH e a Casa do Colaborador, que pode receber e direcionar profissionais que estejam precisando de ajuda.
Outro ponto discutido na entrevista foi a necessidade de cuidar de quem trabalha em ambientes de pressão e vulnerabilidade, como um hospital. Aline ressaltou que humanizar o atendimento também significa reconhecer que os profissionais responsáveis pelo cuidado são pessoas e precisam ser cuidados.
“Humanizar não é sofrer junto, é estar presente”, afirmou Aline durante a conversa. Para ela, não é necessário ser frio para se proteger emocionalmente, mas também é importante não se deixar consumir pelos problemas dos outros. O cuidado deve acontecer com carinho, respeito e profissionalismo.
A entrevista também abordou a dificuldade de perceber quando alguém está enfrentando um problema emocional. Aline lembrou que uma pessoa considerada alegre pode estar passando por uma situação difícil e que uma mudança de comportamento pode ser um sinal que merece atenção.
Nesse sentido, a conversa reforçou a importância de perguntar de verdade se alguém está bem, observar mudanças e manter o diálogo. A ideia é romper com a pressão de aparentar felicidade o tempo todo e permitir que as pessoas reconheçam quando precisam de ajuda.
Aline também defendeu que procurar um psicólogo ou um médico não deve ser encarado como algo vergonhoso. A saúde mental, segundo ela, precisa ser normalizada e colocada em pauta de maneira aberta.
Ao final da entrevista, Aline deixou uma reflexão sobre o cuidado com a saúde mental: “O que ilumina a sua vida? O que te fortalece nos dias difíceis?”. Para ela, reconhecer aquilo que traz sentido, esperança e motivação pode ajudar a enfrentar momentos difíceis e seguir em frente.
